terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Médicos contra Farmácias

Os médicos estão a questionar uma campanha lançada pelas farmácias para promover medicamentos que ajudem os alunos a estudar na época de exames.

Ansiedade, stress, cansaço, problemas de memória e de concentração. A pensar nos principais efeitos que os exames têm nos universitários, a Associação Nacional de Farmácias lançou este mês uma campanha que visa aproximar as farmácias dos jovens adultos entre os 18 e os 24 anos, para que estes as vejam como um "espaço de aconselhamento" para produtos que os ajudem na hora de estudar. Uma ideia que desagrada à classe médica, que aponta o dedo a soluções rápidas e que fazem acreditar que a inteligência pode vir dentro de um frasco de comprimidos ou no líquido de uma ampola. "Deviam fazer campanha era para incentivar mais horas de estudo", defende o bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes.

Resultados do Inquérito (cont.)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Sessão de Preparação de Bases de Xaropes

Na passada sexta-feira, dia 22 de Janeiro, realizámos uma sessão de preparação de bases de xaropes. Para essa sessão convidámos duas turmas de 9º ano para provar os nossos xaropes.


Deixamos agora aqui algumas fotografias da sessão.




Resultados do Inquérito (cont.)


Colocação dos Pontos de Recolha de Medicamentos

Já colocámos as caixas na nossa escola que servirão para efectuarmos a recolha dos medicamentos fora de validade. Posteriormente, iremos entregar os medicamentos recolhidos na comunidade escolar a uma farmácia local. Contribui!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Resultados do Inquérito (cont.)


Novos fármacos contra leucemia

Investigação pode abrir portas para uma nova família de medicamentos contra o cancro

Uma nova molécula de laboratório pode ajudar a combater a leucemia. Apesar de os cientistas conhecerem bastante bem o papel da proteína mTOR (responsável por grande parte dos tumores), os fármacos desenvolvidos para a bloquear dificultam o funcionamento do sistema imunitário.

Segundo uma investigação publicada na Nature Medicine, a nova substância anti-tumoral foi testada com êxito em ratos e em linhagens celulares. No entanto ainda é cedo para saber se o potencial é semelhante em humanos.

Como explica o estudo, de David Fruman e equipa, da Universidade da Califórnia e do Centro de Cancro de Anderson em Houston, os resultados do novo inibidor de mTOR superou − pelo menos em laboratório − muitos fármacos utilizados actualmente para combater a leucemia, como o dasatinib (Sprycel) ou a rapamicina (Sirolimus).

Para surpresa dos investigadores, o novo composto, baptizado como PP242, mostrou muito menos efeitos secundários nos leucócitos: um dos principais problemas que interferiam na utilização dos inibidores de mTOR como anti-tumurais.

“Esta proteína interfere numa série de funções fisiológicas essenciais, o que dificultou um perfil farmacológico óptimo para conseguir um fármaco eficaz contra as células tumorais”, explicam os investigadores.

O novo composto tem ainda capacidade para reforçar a acção de outra família de fármacos contra o cancro como o como imatinib (Glivec) e o dasatinib.

Apesar da apetência para travar a proliferação de células de leucemia linfoblástica, os autores reconhecem que ainda é necessário esperar para ver se é seguro e eficaz usar esta molécula em pacientes.