terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Resultados do Inquérito

Vamos começar agora a divulgar os resultados do Inquérito.
Aqui fica, para já, uma das perguntas.
Iremos publicar as restantes periodicamente.


Afixação dos resultados do inquérito


Já afixámos os resultados na nossa escola do inquérito que realizámos durante o 1º Período que pretendia avaliar os conhecimentos que a comunidade escolar possui em relação a  este tema tão abrangente como a auto-medicação ou a venda de genéricos.

Posteriormente, iremos também divulgar os resultados desse mesmo inquérito neste Blog.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Nenhuma farmácia aderiu à venda de medicamentos em doses individuais

A lei que permite a venda de medicamentos em unidose entrou em vigor a 7 de Julho do ano passado, mas passados 6 meses nenhuma farmácia hospitalar ou de rua aderiu a esta iniciativa, explicou a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) à agência Lusa.

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Maurício Barbosa, é favorável à dispensa de medicamentos em doses individuais, “desde que seja garantida a qualidade e segurança do processo”. No entanto, o Bastonário defende que a falta de adesão deve-se ao facto de tal alteração implicar mudanças drásticas no circuito farmacêutico de produção, bem como avultados investimentos.

Numa primeira fase, apenas as farmácias da região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo foram autorizadas a vender medicamentos em doses individuais, mas, segundo palavras do Bastonário declaradas à Lusa, nem as farmácias dispensaram medicamentos, nem os médicos os prescreveram.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Medicamentos são vendidos sem informação em Braille (obrigatória nos rótulos)

Apesar de ser obrigatório, muitos medicamentos continuam a ser vendidos sem qualquer informação em Braille, pondo em causa a saúde das pessoas com deficiências visuais.

"Ainda há muitos medicamentos à venda que não têm nenhum tipo de informação Braille na embalagem", alertou Rodrigo Santos, director da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), em declarações à agência Lusa.
O decreto-lei que veio obrigar a identificação dos medicamentos em Braille é de 2006, mas como não prevê quaisquer sanções para quem não cumpre muitos operadores continuam a ignorar o diploma. Para Rodrigo Santos, a ausência de sanções torna o diploma num documento "relativamente obrigatório".

No entanto, o responsável reconhece que existem excepções no mercado: "Há laboratórios que estão sensíveis" e que fazem questão de ter Braille "com qualidade e legível". De acordo com Rodrigo Santos, a associação tem trabalhado inclusivé com alguns laboratórios farmacêuticos para certificarem a qualidade do Braille que está escrito nas embalagens.

Além destas empresas, a ACAPO sublinha o "esforço" da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) "na busca de soluções verdadeiramente acessíveis a todos". Rodrigo Santos lembra que o Infarmed tem disponibilizado no site as bulas em suporte electrónico.

Já quanto à colocação do prazo de validade nas embalagens, a situação ainda é mais preocupante, segundo aquele responsável, que garante que "quase nenhum medicamento a inclui" em Braille.

No entanto, salienta, a obrigatoriedade de colocação do prazo de validade ainda está numa fase transitória. "Há operadores que se sensibilizaram para a causa e que hoje podem dizer que cumprem a lei mas há outros que não podem".

Sem conseguir precisar a percentagem de medicamentos com informação em Braille, Rodrigo Santos admite apenas que se está "bem longe do cumprimento total por todos os medicamentos disponíveis no mercado". Perante esta realidade, a ACAPO lembra que assim "andam a brincar com o fogo".

De volta ao trabalho!

Ena, estamos na primeira aula de Área-Projecto do ano de 2010!

Parece que temos que pôr mãos à obra e desenvolver o nosso projecto.

Esperamos continuar a atingir os objectivos a que nos propusémos.


Bom Ano a Todos!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Fim de 2009



Bem, esperamos que estejam a aproveitar as férias ao máximo possível e como hoje é o último dia do ano de 2009, decidimos pôr aqui um post para vos desejar um Bom Ano Novo!

Esperamos que 2010 seja ainda melhor que este ano que passou e prometemos continuar a actualizar o nosso blog com o nosso trabalho.

Até lá, continuação de umas boas férias. :)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Vendas de 'Tamiflu' e 'relenza' caíram a pique

Apesar do aumento dos casos da doença no País, os dois medicamentos para combater o vírus H1N1 estão a ser muito menos vendidos do que se esperava. Depois da corrida às farmácias no início da pandemia e no Verão, a procura estagnou. Médicos dizem que apenas devem ser receitados a doentes de risco. Vendas de desinfectantes e máscaras também desceram.

As vendas de Tamiflu e Relenza estão a ser muito inferiores às esperadas. Depois de uma verdadeira corrida às farmácias para conseguir o medicamento, os únicos antivirais eficazes no combate ao vírus da gripe A (H1N1) estão a ser muito menos receitados do que no Verão. Se em Agosto as farmácias nacionais encomendaram 50 mil embalagens, em Outubro os pedidos aos fornecedores não ultrapassaram os 800 medicamentos.

"A venda de Tamiflu parou como parou a correria aos produtos para desinfectar as mãos", afirma Aline Aguiar, vice-presidente da Associação das Farmácias de Portugal. Uma situação que para o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral, João Sequeira Carlos, significa que se está a fazer "uma utilização racional" destes medicamentos, que exigem receita médica.

O médico reconhece que houve uma correria inicial, mas que "felizmente passou". "As recomendações indicam que o Tamiflu e o Relenza só devem ser usados em casos confirmados de gripe A e em grupos de risco", explica João Sequeira Carlos.

Em Abril, quando surgiram os primeiros casos da doença no mundo, as farmácias portuguesas compraram 36 695 embalagens para responder à procura. No mês seguinte, quando se registou o primeiro caso em Portugal, os português correram a comprar Tamiflu e Relenza.

Nesta fase, todos os casos de gripe eram identificados e todas as pessoas próximas dos doentes eram medicadas com estes antivirais para evitar o contágio. Com a subida de casos as perspectivas de venda destas substâncias aumentaram. O pico de encomendas foi em Agosto, quando os doentes começaram a ser infectados dentro de Portugal. Só nesse mês foram compradas, segundo a consultora IMS Health, 50 606 unidades de Tamiflu e Relenza.

A partir daqui as farmácias passaram a encomendar menos embalagens porque já não conseguiam vender os medicamentos. E em Outubro apenas chegaram aos postos de venda 743 unidades. "Em Novembro só vendi quatro embalagens", diz Aline Aguiar.

A presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos, Isabel Caixeiro, justifica que "cada médico toma uma decisão clínica com base no doente que tem à sua frente, nas directivas da Direcção-geral de Saúde e na informação científica". A responsável acrescenta que a escolha pelo medicamento a receitar "não é feita com base nas expectativas das vendas". Lembrando que a maioria dos casos são benignos que se tratam com antipiréticos, ingestão de líquidos e repouso.

Também a venda de máscaras e de desinfectantes tem vindo a cair. Os dados do Centro de Estudo e Avaliação em Saúde da Associação Nacional das Farmácias mostram que em Setembro se vendiam 20 mil desinfectantes e em Novembro apenas 5000. Quanto às máscaras a procura caiu para metade: Das 10 mil máscaras em Setembro, venderam-se no mês passado pouco mais de 5000.